Libertadores Feminina injeta R$ 27 milhões e cria nova rota de receita para 16 clubes; confira os valores por fase
Quem busca entender onde estão as oportunidades de ganhar dinheiro no esporte ganhou um novo caso de estudo: a Conmebol confirmou que a Copa Libertadores Feminina 2025, marcada para 2 a 18 de outubro na Argentina, distribuirá prêmio recorde de US$ 5,25 milhões (cerca de R$ 27,3 milhões) entre os 16 clubes participantes.
Quanto cada colocação rende
Campeão: US$ 2 milhões
Vice-campeão: US$ 750 mil
3º lugar: US$ 350 mil
Semifinalistas eliminados: US$ 150 mil cada
Quartas de final: US$ 100 mil cada
Fase de grupos: US$ 50 mil garantidos a cada um dos 16 times
Mesmo quem encerrar a campanha ainda na fase de grupos assegura um valor que pode ajudar a equilibrar o caixa ao longo da temporada. Para equipes com folha salarial enxuta, US$ 50 mil — aproximadamente R$ 260 mil — representam injeção imediata de capital de giro.
Comparativo com a versão masculina
Embora o torneio masculino ainda pague cifras mais altas — o campeão leva US$ 24 milhões apenas na decisão — o crescimento da premiação feminina mostra um mercado em expansão e cada vez mais atraente para patrocinadores.
Patrocínios em alta
No campo comercial, a edição conta com 105 contratos de patrocínio distribuídos entre as 16 agremiações. Amstel, Coca-Cola, EA Sports, Mastercard, Mercado Livre, DHL, Powerade e Puma estão entre as marcas que enxergam retorno na modalidade. Dez equipes exibem casas de apostas no espaço master de camisa, sinal de que o potencial de visibilidade já se converte em receita recorrente.
Imagem: Internet
Clubes brasileiros na vitrine
O Brasil terá três representantes: Corinthians (atual campeão), São Paulo e Ferroviária. Para essas instituições, avançar de fase pode significar reforço no orçamento para categorias de base, folha salarial ou infraestrutura, além de aumento de exposição para novos aportes.
O reajuste da premiação, somado ao interesse crescente de patrocinadores, reforça que o futebol feminino deixou de ser apenas um projeto social e passou a oferecer retornos financeiros importantes — tanto para clubes quanto para marcas que apostam no segmento.
Com informações de InfoMoney
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