Atendimento médico particular de Bolsonaro expõe peso das emergências de saúde no orçamento
O ex-presidente Jair Bolsonaro acionou, às pressas, seu médico particular Carlos Birolini na noite de segunda-feira, 29 de janeiro, após voltar a sentir crises de soluços acompanhadas de vômito. Segundo o vereador carioca Carlos Bolsonaro, a família cogita levá-lo novamente ao hospital diante da piora das dores abdominais decorrentes da facada sofrida em 2018.
O episódio acontece enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar em uma casa no bairro Jardim Botânico, em Brasília, monitorado por tornozeleira eletrônica por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente foi condenado, há cerca de duas semanas, a 27 anos e 3 meses de prisão por participar de plano para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No período pós-condenação, Bolsonaro já precisou de atendimento hospitalar em duas ocasiões. Durante esses procedimentos, foram retiradas nove lesões de pele, das quais duas eram cancerígenas. Agora, um novo chamado ao médico particular reforça o peso financeiro que emergências de saúde podem representar, sobretudo quando exigem consultas domiciliares e exames sucessivos.
As despesas médicas tendem a aumentar em situações de urgência, impactando diretamente o orçamento de qualquer família — um aspecto que ganha relevância para quem busca manter as finanças pessoais sob controle ou criar uma reserva para imprevistos.
Imagem: Internet
Com informações de InfoMoney
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