Movimentação de gigantes: fatos que podem destravar ganhos rápidos com ONCO3, RAIZ4, PETR4 e outras ações hoje

Investidores que buscam aumentar a renda por meio de operações na Bolsa encontram, nesta quinta-feira (2), uma série de fatos relevantes capazes de gerar oscilações atraentes em grandes e médias companhias brasileiras.

Oncoclínicas (ONCO3)

Quem: Oncoclínicas. O que: cancelou a construção de um complexo hospitalar em São Paulo e revisará projeções. Quando: distrato assinado em 1º de outubro. Como: rescisão do contrato “built to suit” com a Vergueiro, afiliada da Cedro. Por que importa: alteração de planos costuma mexer com expectativas de crescimento e, consequentemente, com o preço das ações — oportunidade para traders atentos.

Raízen (RAIZ4)

Quem: Raízen. O que: aprovou a incorporação da subsidiária Raízen Centro-Sul Comercializadora. Quando: decisão de 1º de outubro. Onde: ata divulgada pela companhia. Por que importa: simplificação societária tende a cortar custos operacionais, fator visto como potencial gerador de valor ao acionista.

Petrobras (PETR4) e Amazon

Quem: Petrobras e Amazon. O que: firmaram acordo para estudar combustíveis de baixa emissão de carbono na logística brasileira. Por que importa: parcerias estratégicas podem impulsionar novos fluxos de receita e atrair investidores em busca de valorização e dividendos.

MBRF (MBRF3)

Quem: MBR Investimentos, subsidiária da BRF. O que: concluiu a compra de 50% da Gelprime por R$ 312,5 milhões. Por que importa: expansão de portfólio sob valor definido oferece métricas claras para análise de retorno ao acionista.

Oi (OIBR3)

Quem: Oi. O que: cancelou a assembleia geral extraordinária marcada para 9 de outubro, que votaria o grupamento de ações na proporção de 25 para 1. Por que importa: mudança no free float afeta liquidez e pode abrir janelas de oportunidade para especuladores.

Sequoia Logística (SEQL3)

Quem: Sequoia. O que: adiou novamente a divulgação dos balanços do 1º e 2º trimestres para 28 de outubro. Por que importa: postergações costumam elevar volatilidade, fator valorizado por quem opera para renda extra no curto prazo.

Monteiro Aranha (MOAR3)

Quem: controladores da Monteiro Aranha S.A. O que: protocolaram pedido de Oferta Pública de Aquisição (OPA) para fechar o capital, oferecendo R$ 75,00 por ação. Por que importa: OPA fixa preço-alvo e pode gerar prêmio imediato a quem detém papéis.

Qualicorp (QUAL3)

Quem: Qualicorp. O que: concluiu a venda da carteira corporativa de planos de saúde à MDS e fechou acordo operacional não exclusivo para indicação de clientes. Por que importa: foco em nichos de maior margem pode refletir em desempenho melhor e potencial distribuição de lucros.

Banco Mercantil (BMEB3)

Quem: Banco Mercantil. O que: pediu OPA para adquirir ações da controlada Mercantil Financeira S.A. e retirar o registro de companhia aberta. Por que importa: fechamento de capital costuma oferecer ganho imediato a minoritários que aceitarem a oferta.

Esses eventos corporativos merecem atenção de quem atua no mercado em busca de ganhos adicionais, seja via trade de curto prazo ou posicionamento estratégico para dividendos.

Com informações de InfoMoney

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