Patrimônio de Elon Musk rompe US$ 500 bilhões e destaca potencial de renda em ações de tecnologia
São Paulo, 1º de novembro – O executivo Elon Musk tornou-se, nesta quarta-feira (1º), a primeira pessoa da história a acumular patrimônio líquido de US$ 500,1 bilhões (aproximadamente R$ 2,6 trilhões). O marco revela como a valorização de empresas de alta tecnologia pode gerar ganhos expressivos para investidores que buscam novas fontes de renda no mercado financeiro.
Alta da Tesla puxa fortuna do bilionário
Musk detém participação superior a 12,4% na Tesla (BDR TSLA34). Desde janeiro, os papéis da montadora de veículos elétricos avançaram mais de 14%, contribuindo de forma decisiva para o salto no patrimônio do empresário. Somente nesta quarta-feira, a ação subiu 3,3%, adicionando cerca de US$ 6 bilhões à fortuna do executivo.
Startups de IA e foguetes também ganham valor
Além da Tesla, outras companhias de Musk tiveram avaliações revisadas para cima: a recém-criada xAI, focada em inteligência artificial, e a já consolidada SpaceX, do setor aeroespacial. A combinação desses ativos explica o incremento patrimonial e sinaliza oportunidades em segmentos vistos como vetores de crescimento por investidores de renda variável.
Plano de compensação bilionário reforça controle sobre a montadora
No mês passado, o conselho da Tesla apresentou um plano de remuneração de US$ 1 trilhão para Musk, reforçando a influência do executivo sobre a estratégia de transformar a empresa em referência em robótica e IA. A proposta, se aprovada, poderá ampliar ainda mais a exposição do bilionário ao desempenho das ações, fator de atenção para quem acompanha o papel em busca de valorização.
Ranking de fortunas
Na lista da Forbes desta quarta-feira, o fundador da Oracle, Larry Ellison, aparece em segundo lugar, com patrimônio estimado em US$ 350,7 bilhões.
Imagem: Internet
O avanço de Musk sublinha como setores ligados a mobilidade elétrica, inteligência artificial e exploração espacial seguem no radar de quem procura diversificar investimentos e potencializar ganhos no mercado de capitais.
Com informações de InfoMoney
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