Ibovespa sobe 3,4% em setembro e 5 ações entregam mais de 12% de retorno; veja onde investidores geraram renda extra no mês
O Ibovespa encerrou setembro com valorização de 3,40%, garantindo o melhor resultado para o mês desde 2019. Para quem busca renda extra via mercado de capitais, o período destacou cinco ações que renderam acima de 12%, superando com folga a média do índice e reforçando oportunidades de ganho rápido.
Quem mais pagou
Eletrobras (ELET3) liderou os ganhos, avançando 16,71%. A elétrica também viu suas ações preferenciais (ELET6) subirem 15,83%. O movimento foi impulsionado por declarações do presidente da companhia sobre o processo de privatização e por revisões de preço-alvo feitas por Bradesco BBI e Itaú BBA.
Magazine Luiza (MGLU3) apareceu logo depois, com 15,94% de alta, seguida por Cogna (COGN3), que teve 14,38% de valorização. Já a Minerva (BEEF3) completou o grupo, registrando 12,13%.
Retornos detalhados – setembro
ELET3: R$ 52,52 (+16,71%)
MGLU3: R$ 9,61 (+15,94%)
ELET6: R$ 55,47 (+15,83%)
COGN3: R$ 3,34 (+14,38%)
BEEF3: R$ 6,75 (+12,13%)
Quem drenou o bolso
No mesmo mês, seis papéis recuaram mais de 10%, três deles acima de 17%, alertando o investidor interessado em preservar capital:
Braskem (BRKM5): R$ 6,57 (-27,80%) – queda intensificada por rebaixamento de rating pela S&P Global Ratings e especulações sobre reestruturação de dívida.
Vamos (VAMO3): R$ 3,45 (-17,86%)
Raízen (RAIZ4): R$ 1,02 (-17,74%)
Hapvida (HAPV3): R$ 5,85 (-13,72%)
Assaí (ASAI3): R$ 9,51 (-8,91%) – destaque negativo adicional fora do grupo dos -10%.
CVC (CVCB3): R$ 1,95 (-8,88%)
Imagem: Internet
Indicador histórico
Com a performance de setembro, o principal índice da B3 acumula alta de 21,58% em 2025, sequência que pode interessar a quem procura diversificar fontes de renda. O resultado sucede o avanço de 6,28% registrado em agosto.
Para o investidor em busca de renda extra, o balanço mensal sinaliza que ações ligadas a cortes de juros e reavaliações de preço-alvo puderam aumentar ganhos em curto prazo, enquanto empresas sob pressão de endividamento ou revisões de crédito representaram risco de perda relevante.
Com informações de InfoMoney
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