Fim da gestão Barroso no STF destaca estabilidade institucional, ponto-chave para quem investe e busca renda extra
O ministro Luís Roberto Barroso encerrou, nesta sexta-feira (26), seu mandato de dois anos na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Em balanço apresentado a jornalistas, Barroso afirmou que sua “única frustração” foi a declaração feita em 2023, durante congresso da UNE, quando disse que “nós derrotamos o bolsonarismo”.
O magistrado classificou a frase como infeliz, explicou que pediu desculpas por ter transmitido a impressão de que a Corte agia contra um grupo político específico e ressaltou que o episódio ocorreu enquanto estudantes protestavam com gritos e vaias.
Defesa das instituições democráticas
Barroso destacou que, apesar do arrependimento, sua gestão ficará marcada pela proteção das instituições democráticas, elemento decisivo para a manutenção da confiança de empreendedores, investidores e trabalhadores que buscam novas fontes de renda.
Entre os exemplos citados está a atuação do STF contra a adoção do voto impresso, proposta defendida por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e rejeitada pelo Tribunal. Segundo Barroso, desacreditar as urnas eletrônicas criaria “ambiente para um golpe em caso de derrota eleitoral”.
Período de tensão e sanções externas
O ministro lembrou que seu mandato coincidiu com intensos ataques ao Supremo, incluindo sanções do governo dos Estados Unidos que resultaram no cancelamento de vistos de alguns ministros. Mesmo sob pressão, Barroso ressaltou que a Corte manteve o foco na preservação do processo democrático.
Imagem: Internet
Transição de comando
Barroso deixa a presidência na próxima segunda-feira (29). O cargo passa a ser ocupado pelo ministro Edson Fachin, que assume a missão de dar continuidade à agenda de estabilidade institucional — fator que continua no radar de quem procura oportunidades de investimento e de geração de renda no país.
Com informações de InfoMoney
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