Mundial de Clubes 2029: apoio de Paes à CBF projeta nova onda de faturamento para turismo e serviços no Rio
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD-RJ), oficializou nesta semana o apoio da capital fluminense à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) na corrida para sediar o Mundial de Clubes de 2029. O termo de compromisso foi entregue pelo secretário municipal de Esporte, Guilherme Schleder, ao presidente da entidade, Samir Xaud.
Segundo Paes, colocar o Rio como uma das cidades-sede atende à estratégia de “reforçar o destino esportivo” e ampliar o impacto econômico local. No último Mundial, disputado nos Estados Unidos, três dos quatro clubes brasileiros participantes eram cariocas, fator que, de acordo com o prefeito, “mostrou a força do mercado esportivo da cidade”.
Eventos esportivos como motor de receita
O secretário Schleder lembrou que a realização de grandes torneios “produz impactos positivos na economia e no turismo”. A avaliação do município é de que a competição pode abrir espaço para aumento de fluxo turístico, geração de empregos temporários e movimentação extra em hospedagem, alimentação e comércio de serviços.
A candidatura brasileira será trabalhada paralelamente a outros projetos já em andamento: o Rio sediará a final da Copa do Mundo Feminina de 2027 e disputa, ao lado de Niterói, o direito de receber os Jogos Pan-Americanos de 2030. A série de eventos é vista pelo poder público como caminho para inspirar crianças e jovens, além de estimular novos negócios no entorno das arenas esportivas.
Imagem: Internet
Esta edição do Mundial de Clubes adotará o formato expandido para 32 equipes, replicando o modelo de Copa que durou cerca de um mês e mobilizou 11 cidades norte-americanas em 2025. Caso o Brasil vença a disputa, a expectativa da prefeitura é repetir – e ampliar – o efeito na economia local.
Com informações de InfoMoney
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