COP30 transfere capital simbólica para Belém e sinaliza novas oportunidades de renda na Amazônia

Quem busca renda extra na região Norte deve ficar atento: o Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (7), a transferência simbólica da capital do Brasil para Belém entre 11 e 21 de novembro, período em que a cidade sediará a COP30 – Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática.

O projeto de lei segue agora para sanção presidencial e permite que os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário se instalem temporariamente na capital paraense. Todos os atos oficiais assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por seus ministros nesse intervalo serão registrados como emanados de Belém.

Por que isso importa para quem quer ganhar dinheiro?

Segundo a autora da proposta, deputada Duda Salabert (PDT-MG), a medida “impulsionará o desenvolvimento local”. Na prática, a presença de autoridades, delegações estrangeiras e imprensa internacional tende a elevar a demanda por hospedagem, alimentação, transporte e serviços de apoio, abrindo espaço para empreendedores locais gerarem faturamento extra.

O texto também determina que o Poder Executivo regulamente as ações administrativas, operacionais e logísticas necessárias à mudança temporária. Essa organização oficial costuma envolver contratação de fornecedores regionais, criando nova frente de oportunidades de negócio.

A deputada lembra que a Constituição autoriza o Congresso a definir transferências provisórias da sede do governo federal — algo que já ocorreu em 1992, durante a Rio-92 no Rio de Janeiro. À época, a movimentação agilizou parcerias e injetou recursos na economia local.

Para Belém, o evento reforça a posição da Amazônia na pauta climática global e, conforme a justificativa do projeto, “permite maior interlocução entre autoridades brasileiras e delegações estrangeiras, além de impulsionar o desenvolvimento local”.

Com isso, a capital paraense se prepara para receber investimentos temporários e, potencialmente, gerar novas fontes de renda para moradores e negócios da região.

Com informações de InfoMoney

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