Economia no IPTU: novo projeto em SP amplia isenção e pode aliviar seu orçamento em 2026
São Paulo, 8 de maio – Quem busca reforçar o caixa doméstico por meio de economia nos impostos deve acompanhar de perto a movimentação na Câmara Municipal de São Paulo. Os vereadores aprovaram em primeiro turno, na noite desta quarta-feira (8), o Projeto de Lei 1.130/2025, que atualiza a Planta Genérica de Valores (PGV) a partir de 2026 e redefine quanto cada imóvel pagará de IPTU.
O que muda para o seu bolso
• Isenção total mais ampla: imóveis com valor venal de até R$ 150 mil (hoje o limite é R$ 120 mil) deixam de pagar IPTU, liberando recursos que podem ser realocados em investimentos ou reserva de emergência.
• Dona ou dono de um único imóvel: quem possui apenas uma unidade residencial ficará isento se o valor venal for inferior a R$ 260 mil (ante R$ 230 mil). Na prática, mais proprietários poderão zerar a fatura anual do imposto.
• Faixa com desconto: residências avaliadas entre R$ 260 mil e R$ 390 mil terão redução no valor a pagar, aliviando o fluxo de caixa de famílias dessa faixa patrimonial.
Impacto nos imóveis comerciais
O texto recebeu uma emenda que diminui a “trava” de reajuste anual do IPTU para imóveis comerciais de 15% para 12%. Isso limita aumentos bruscos e ajuda empreendedores a prever melhor os custos fixos de seus negócios.
Próximos passos
• O projeto passou com 28 votos a favor e 19 contra e agora segue para audiências públicas.
• Após discussão, voltará ao plenário para segundo turno de votação. Só então poderá ser sancionado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB).
Imagem: Internet
Emenda sobre áreas de risco foi rejeitada
Proposta que concederia isenção permanente a imóveis localizados em perímetros de risco — como o Jardim Pantanal, conhecido por alagamentos — não avançou. A iniciativa da vereadora Amanda Paschoal (PSOL) foi derrubada.
Com o cronograma prevendo a vigência das novas regras em 2026, proprietários têm tempo para reavaliar estratégias de investimento imobiliário, renegociar aluguéis ou direcionar a economia do imposto para aplicações que gerem renda extra.
Com informações de InfoMoney
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